O aumento do imposto de importação sobre diversos produtos, incluindo celulares e TVs, reacende o debate sobre a política econômica conduzida por Fernando Haddad no Ministério da Fazenda. As novas alíquotas, que podem chegar a 25%, atingem diretamente itens que fazem parte do dia a dia da população.
A justificativa do governo é proteger a indústria nacional e estimular a produção interna. No entanto, na prática, quem sente primeiro é o consumidor final, que passa a pagar mais caro por produtos essenciais como smartphones e televisores 📱📺
Para muitos críticos, o aumento de impostos tem sido a marca da gestão de Haddad à frente do Ministério da Fazenda.
A discussão é clara: proteger a indústria é importante, mas até que ponto isso pode ser feito sem penalizar quem já enfrenta dificuldades para consumir?
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